Bolerus por aí (021) – Conjunto Nacional

Não é segredo pra ninguém que o nosso “Bolerus” gosta mesmo é de ir aonde o povo está. E um dos seus lugares favoritos na cidade de São Paulo é a Avenida Paulista. No dia 27/04/18, o livrinho andarilho resolveu explorar o Conjunto Nacional, que é um complexo arquitetônico residencial, comercial e cultural, inaugurado em 1958 e tombado como patrimônio histórico em 2005. Foi difícil escolher o que fazer: café, cinema, teatro, livraria, exposição… Ele pediu pra fazer uma foto com Dom Quixote, seu cavalo Rocinante e Sancho Pança. As esculturas estão na galeria principal do Conjunto e foram feitas com 150 quilos de sucata, produzidas pela Cooperaacs – Cooperativa Social de Trabalho e Produção de Arte Alternativa e Coleta Seletiva (com orientação do artesão Sandro Rodrigues) e criadas pelo cenógrafo Silvio Galvão. O Condomínio Conjunto Nacional é exemplo de coleta seletiva em edifícios e, desde 1999, sua decoração de Natal para a fachada e o saguão é feita de enfeites elaborados a partir de materiais recicláveis. Inspirado pelo herói de Cervantes, o “Bolerus” 021 mergulhou em outras tantas narrativas de aventuras que encontrou no paraíso literário da Livraria Cultura, que fica logo ali. E, pronto para novas andanças, pousou sobre um banco de granito, à espera de alguém que o leve para sua próxima jornada. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (020) – Casa Modernista

No dia 13/04/18, nosso “Bolerus” visitou um lugar importante para a história da cultura nacional na primeira metade do século XX, mas que pouca gente conhece. Projetada pelo arquiteto russo Gregori Warchavchik e construída em 1928, a Casa Modernista (que fica na Vila Mariana, em São Paulo) é assim chamada por ser considerada a primeira obra de arquitetura moderna no Brasil. Tombada como patrimônio histórico em 1984, passou por um longo processo judicial entre seus últimos proprietários e o Estado, ficando em completo abandono por muitos anos. Somente nos anos 2000 tiveram início projetos e obras de restauro do espaço. Em 2008, o parque e a casa foram abertos ao público. E embora conte com visitas monitoradas por educadores patrimoniais em alguns horários agendados, parece haver ainda muito o que fazer para tornar o local um centro de atividades culturais com áreas adequadas de convivência em seu parque. Acreditando que isso possa um dia ser viabilizado, o “Bolerus” 020 pousou numa das cadeiras da sala em que se exibe permanentemente um documentário sobre a casa. Ficou ele lá esperando um visitante curioso, que o leve para casa e o faça alçar novos voos.

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