Bolerus por aí (022) – Vão Livre do Masp

O Museu de Arte de São Paulo (Masp) foi fundado em 1947 e sua primeira instalação ficava na Rua 7 de Abril, no centro da capital paulista. Em 1968 mudou-se para o famoso prédio da Avenida Paulista, projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi, que deu leveza e transparência ao imenso bloco de concreto e vidro, sustentado por apenas quatro colunas nas extremidades, proporcionando uma ampla esplanada para ser usada como praça pela população. Nascia, assim, o Vão Livre do Masp, que se tornou palco de grandes manifestações, feiras de antiguidades, exibições de filmes, apresentações de artistas de rua e um dos maiores pontos de encontro da cidade. E se tem uma coisa que o nosso “Bolerus” adora, é encontrar gente. Então, nas suas andanças por aí, no dia 27/04/18, o “Bolerus” 022 resolveu ficar por lá, pra ver quem se animaria a levá-lo pra casa numa noite de sexta-feira agitada na metrópole. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (021) – Conjunto Nacional

Não é segredo pra ninguém que o nosso “Bolerus” gosta mesmo é de ir aonde o povo está. E um dos seus lugares favoritos na cidade de São Paulo é a Avenida Paulista. No dia 27/04/18, o livrinho andarilho resolveu explorar o Conjunto Nacional, que é um complexo arquitetônico residencial, comercial e cultural, inaugurado em 1958 e tombado como patrimônio histórico em 2005. Foi difícil escolher o que fazer: café, cinema, teatro, livraria, exposição… Ele pediu pra fazer uma foto com Dom Quixote, seu cavalo Rocinante e Sancho Pança. As esculturas estão na galeria principal do Conjunto e foram feitas com 150 quilos de sucata, produzidas pela Cooperaacs – Cooperativa Social de Trabalho e Produção de Arte Alternativa e Coleta Seletiva (com orientação do artesão Sandro Rodrigues) e criadas pelo cenógrafo Silvio Galvão. O Condomínio Conjunto Nacional é exemplo de coleta seletiva em edifícios e, desde 1999, sua decoração de Natal para a fachada e o saguão é feita de enfeites elaborados a partir de materiais recicláveis. Inspirado pelo herói de Cervantes, o “Bolerus” 021 mergulhou em outras tantas narrativas de aventuras que encontrou no paraíso literário da Livraria Cultura, que fica logo ali. E, pronto para novas andanças, pousou sobre um banco de granito, à espera de alguém que o leve para sua próxima jornada. Voe, “Bolerus”!

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