Bolerus por aí (016) – Sesc Pinheiros

No último sábado, dia 10/03/18, entre um almoço com amigos e uma feira de poesia, decidimos tomar um sorvete de iogurte com calda de cocada no Sesc Pinheiros. Chegando lá, nos deparamos com um pequeno picadeiro e um punhado de artes circenses, num espetáculo gratuito logo na praça de entrada. Vendo o respeitável público que lá se deleitava, nosso “Bolerus” 016 não teve dúvidas, deixou-se ficar por lá, aguardando que alguém o encontrasse logo e o levasse a conhecer o mundo. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (015) – Auditório Ibirapuera

Sexta-feira, dia 09/03/18, fomos a um show-tributo a Vander Lee e aproveitamos para levar o querido “Bolerus” para conhecer mais um canto cultural da cidade. Nosso verdinho ficou deslumbrado com o Auditório Ibirapuera. Concebido por Oscar Niemeyer ainda em 1950, o prédio foi inaugurado em 2005 e possui uma linda escultura vermelha no foyer (saguão), criada por Tomie Ohtake. Encantado com o mundo de gente que passava, o “Bolerus” de número 015 disse adeus e ficou ali no banquinho a esperar pelo seu próximo leitor. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (014) – Itaú Cultural

No domingo, dia 04/03/18, nosso “Bolerus” resolveu andar pela “praia paulistana”. Sim, a Avenida Paulista fechada para carros parece um imenso calçadão, cheio de ciclistas, famílias, artistas de rua, feiras de antiguidades e artesanatos, comidinhas, tendas com DJ’s ou aulas de rockabilly etc. Mas entre tantas atividades, além da caminhada cheia de sol e diversidade, resolvemos parar no Itaú Cultural. Levamos nosso amado livrinho para conhecer a Ocupação Angel Vianna (até 29 de abril), uma exposição sobre a bailarina mineira que, prestes a completar 90 anos, tem papel fundamental na história da dança no Brasil. No saguão, há um cantinho da leitura para as crianças e, ao lado, vários pufes logo na entrada. Ali, o exemplar 014 do “Bolerus” deitou-se e ficou à espera de um visitante que o levasse. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (013) – Sesc Santo Amaro

E o “Bolerus” continua por aí, conhecendo novos bairros, visitando uns tantos espaços culturais, deixando-se ficar onde tem gente circulando e só pedindo para continuar a caminhada. O exemplar 013 esteve no Sesc Santo Amaro no último sábado, dia 17/02/18. Assim como em outras unidades, essa tem um punhado de oficinas e espetáculos musicais e teatrais. Algumas das performances são gratuitas e voltadas para o público infantil. O saguão da entrada é bem amplo, tendo de um lado a Comedoria e do outro, uma enorme parede de vidro com vista para a piscina. O teatro é aconchegante. Aproveitamos para ver o show d’A Banda Mais Bonita da Cidade, que é sempre uma alegria. Na saída, enquanto cumprimentávamos amigos, o “Bolerus” viu a oportunidade perfeita para largar-se por ali e esperar seu próximo leitor. Não demorou muito e vimos, à certa distância, uma fã que esperava a saída dos artistas e notou o livro sobre um banco. A moça leu a etiqueta e colocou o “Bolerus” em sua bolsa. E esse filho feito de poemas conseguiu o que tanto queria. Avante, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (012) – Metrô Paraíso

Nesse nosso projeto “Bolerus por aí”, uma das coisas mais legais é poder sentir a cidade em sua essência e sua dinâmica. Ir aos centros culturais é maravilhoso, mas o caminho até eles também é importante. Assim como em outras duas ocasiões, levamos o verdinho em versos para andar de metrô. Quinta-feira, dia 15/02/18, fomos ao Paraíso, numa das estações que fazem integração entre a Linha Azul e a Linha Verde. Foi inaugurada em 1975 e recebe, em média, 37 mil passageiros por dia. Perdemos o primeiro trem e aguardamos o segundo, que veio logo em seguida. O “Bolerus” 012 pulou das nossas mãos e quis ficar ali no vagão. Descemos duas estações depois. Mal havíamos chegado em casa e tivemos notícias pelo Instagram: alguém tinha encontrado nosso livrinho lá pelas bandas da Vila Madalena. Desconfiamos que ele ainda vai ganhar o mundo.

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