Bolerus por aí (025) – Largo de São Francisco

Em razão do projeto Centro Aberto, uma iniciativa de gestão urbana do município de São Paulo, foi inaugurado em 2014 um espaço de convivência na Praça Ouvidor Pacheco e Silva, em frente à histórica Faculdade de Direito do Largo São Francisco. A nova praça, concebida para ser local de encontro e descanso ao ar livre, no coração de Sampa, oferece cadeiras de praia, guarda-sóis, mesa de pingue-pongue, centro de apoio e acesso wi-fi. E, é lógico, o nosso “Bolerus” viu uma grande oportunidade de encontrar novos leitores por ali. E não é que topamos com uma casinha do Ninho de Livros por lá? Os ninhos são pequeninas bibliotecas colaborativas espalhadas pela cidade, em que você pode pegar ou deixar livros livremente. Já eram bem conhecidos no Rio de Janeiro e chegaram à capital paulista numa parceria com a Saraiva. Assim, o exemplar de número 025 do nosso livrinho verde insistiu pra entrar no ninho, à espera do seu próximo leitor. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (024) – Copacabana (Rio de Janeiro)

Já faz um tempo que o “Bolerus” desejava alçar voos maiores. Aproveitou o feriado do Dia do Trabalho e pegou um avião para o Rio de Janeiro. Decidiu que ia caminhar pela orla sem pressa, mas com algumas paradas muito bem pensadas. Quis conhecer a estátua de Clarice Lispector e seu cachorro Ulisses (esculpida por Edgar Duvivier e inaugurada em 2016), ali no Leme, onde a escritora morou por 12 anos. Exibiu-se para ela, bateu um papo, fez fotos e seguiu. Ficou embriagado com as curvas dos desenhos de pedra no calçadão de Copacabana. Era o dia 02/05/18 e a praia estava tranquila. O “Bolerus” 024 sabia que era chegada a hora de escolher onde ficar. Então, sendo um bom livro de poemas, não podia deixar de prestar homenagem ao querido poeta Carlos Drummond de Andrade. O mineiro passou importante parte da vida no Rio e foi imortalizado com uma escultura, criada pelo artista plástico Leo Santana por ocasião das comemorações do centenário de Drummond (2002). Assim, nosso livrinho verde resolveu trocar versos com o itabirano e ficar junto com ele no banquinho, esperando ser levado por um carioca ou um turista pronto para amar a poesia. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (023) – Aeroporto de Congonhas

De tanto a gente falar “voe, ‘Bolerus’!”, não é que ele resolveu levar ao pé da letra?! Nosso livrinho sonha alto e quis ver como é o vai e vem das pessoas que vão longe. Então, nós o levamos para conhecer o Aeroporto de Congonhas, encravado na cidade de São Paulo e fundado oficialmente em 1936. O terminal conta com cerca de 580 pousos e decolagens e recebe mais de 57 mil passageiros por dia. O “Bolerus” 023, na manhã do dia 30/04/18, observou os aviões na pista e deixou-se descansar numa das cadeiras do setor de embarque. Alguém com um destino incrível haveria de encontrá-lo e levá-lo na viagem. Agora, sim: voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (022) – Vão Livre do Masp

O Museu de Arte de São Paulo (Masp) foi fundado em 1947 e sua primeira instalação ficava na Rua 7 de Abril, no centro da capital paulista. Em 1968 mudou-se para o famoso prédio da Avenida Paulista, projeto arquitetônico de Lina Bo Bardi, que deu leveza e transparência ao imenso bloco de concreto e vidro, sustentado por apenas quatro colunas nas extremidades, proporcionando uma ampla esplanada para ser usada como praça pela população. Nascia, assim, o Vão Livre do Masp, que se tornou palco de grandes manifestações, feiras de antiguidades, exibições de filmes, apresentações de artistas de rua e um dos maiores pontos de encontro da cidade. E se tem uma coisa que o nosso “Bolerus” adora, é encontrar gente. Então, nas suas andanças por aí, no dia 27/04/18, o “Bolerus” 022 resolveu ficar por lá, pra ver quem se animaria a levá-lo pra casa numa noite de sexta-feira agitada na metrópole. Voe, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (021) – Conjunto Nacional

Não é segredo pra ninguém que o nosso “Bolerus” gosta mesmo é de ir aonde o povo está. E um dos seus lugares favoritos na cidade de São Paulo é a Avenida Paulista. No dia 27/04/18, o livrinho andarilho resolveu explorar o Conjunto Nacional, que é um complexo arquitetônico residencial, comercial e cultural, inaugurado em 1958 e tombado como patrimônio histórico em 2005. Foi difícil escolher o que fazer: café, cinema, teatro, livraria, exposição… Ele pediu pra fazer uma foto com Dom Quixote, seu cavalo Rocinante e Sancho Pança. As esculturas estão na galeria principal do Conjunto e foram feitas com 150 quilos de sucata, produzidas pela Cooperaacs – Cooperativa Social de Trabalho e Produção de Arte Alternativa e Coleta Seletiva (com orientação do artesão Sandro Rodrigues) e criadas pelo cenógrafo Silvio Galvão. O Condomínio Conjunto Nacional é exemplo de coleta seletiva em edifícios e, desde 1999, sua decoração de Natal para a fachada e o saguão é feita de enfeites elaborados a partir de materiais recicláveis. Inspirado pelo herói de Cervantes, o “Bolerus” 021 mergulhou em outras tantas narrativas de aventuras que encontrou no paraíso literário da Livraria Cultura, que fica logo ali. E, pronto para novas andanças, pousou sobre um banco de granito, à espera de alguém que o leve para sua próxima jornada. Voe, “Bolerus”!

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