Bolerus por aí (013) – Sesc Santo Amaro

E o “Bolerus” continua por aí, conhecendo novos bairros, visitando uns tantos espaços culturais, deixando-se ficar onde tem gente circulando e só pedindo para continuar a caminhada. O exemplar 013 esteve no Sesc Santo Amaro no último sábado, dia 17/02/18. Assim como em outras unidades, essa tem um punhado de oficinas e espetáculos musicais e teatrais. Algumas das performances são gratuitas e voltadas para o público infantil. O saguão da entrada é bem amplo, tendo de um lado a Comedoria e do outro, uma enorme parede de vidro com vista para a piscina. O teatro é aconchegante. Aproveitamos para ver o show d’A Banda Mais Bonita da Cidade, que é sempre uma alegria. Na saída, enquanto cumprimentávamos amigos, o “Bolerus” viu a oportunidade perfeita para largar-se por ali e esperar seu próximo leitor. Não demorou muito e vimos, à certa distância, uma fã que esperava a saída dos artistas e notou o livro sobre um banco. A moça leu a etiqueta e colocou o “Bolerus” em sua bolsa. E esse filho feito de poemas conseguiu o que tanto queria. Avante, “Bolerus”!

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Bolerus por aí (012) – Metrô Paraíso

Nesse nosso projeto “Bolerus por aí”, uma das coisas mais legais é poder sentir a cidade em sua essência e sua dinâmica. Ir aos centros culturais é maravilhoso, mas o caminho até eles também é importante. Assim como em outras duas ocasiões, levamos o verdinho em versos para andar de metrô. Quinta-feira, dia 15/02/18, fomos ao Paraíso, numa das estações que fazem integração entre a Linha Azul e a Linha Verde. Foi inaugurada em 1975 e recebe, em média, 37 mil passageiros por dia. Perdemos o primeiro trem e aguardamos o segundo, que veio logo em seguida. O “Bolerus” 012 pulou das nossas mãos e quis ficar ali no vagão. Descemos duas estações depois. Mal havíamos chegado em casa e tivemos notícias pelo Instagram: alguém tinha encontrado nosso livrinho lá pelas bandas da Vila Madalena. Desconfiamos que ele ainda vai ganhar o mundo.

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Bolerus por aí (011) – CCSP

Na última quinta-feira, dia 15/02/18, levamos o “Bolerus” para dar um rolê num dos espaços mais legais e multiculturais da capital paulista. Fomos ao Centro Cultural São Paulo (CCSP), lugar onde são realizados shows incríveis, peças teatrais excelentes, oficinas, debates, exposições, festivais de cinema e muito mais. Tem gente que vai até lá pra fazer um lanche ou dar uma relaxada no jardim suspenso. Mas várias pessoas também vão pra usar uma das cinco bibliotecas que lá existem (com gibiteca, material em braille, acervos de arte e até uma discoteca), usar as mesas da área de estudo ou fazer trabalhos em grupo. Nos pátios e saguões livres do Centro Cultural também tem muita gente que vai ensaiar passos de street dance e K-pop. Enfim, no meio da efervescência local, nosso “Bolerus” de número 011 quis ficar numa das poucas mesas vagas e aguardar pelo seu próximo leitor. Voe, verdinho!

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Bolerus por aí (010) – Museu da Imagem e do Som (MIS)

Vocês já devem ter notado que a gente adora levar o “Bolerus” pra passear em uns espaços culturais, né?! Dessa vez, fomos ao MIS – Museu da Imagem e do Som, que fica nos Jardins, em São Paulo. Lá acontecem as exposições mais bacanas da cidade e, de quebra, shows muito bonitos no auditório. Até 18/02 fica em cartaz a exposição sobre Renato Russo, que é mesmo extraordinária e merece ser visitada. Dentro desse espírito, ocorreu na última sexta-feira (09/02/18), uma apresentação muito especial da Roberta Campos, cantando o repertório da Legião Urbana. Ainda no saguão de espera, libertamos o “Bolerus” 010 num banquinho em frente à bilheteria. Uma moça se sentou e começou a ler nosso besourinho aventureiro. Esperamos que ela faça uma boa leitura e depois liberte-o de novo por aí. Voe, “Bolerus”! “Força sempre” à poesia.

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Bolerus por aí (009) – Estação Paulista do Metrô

Na última terça-feira (06/02/18), nosso andarilho verde quis levar seu corpo em versos para observar as pessoas que entravam e saíam da Estação Paulista do Metrô. Porque, muitas vezes, é bem bacana imaginar a trajetória de quem chega e quem parte, quais suas histórias, quais os seus sonhos… Quem vive em São Paulo e usa bastante o metrô, já deve ter se deparado com as pessoas que leem durante a viagem. E o “Bolerus” de número 009 quis tentar a sorte e ficar por ali, no saguão de entrada da estação. Num banco de cimento, ao lado de um jardim de inverno, nós o libertamos, desejando que ele viva grandes aventuras e encontre muita gente por aí. Já na saída, uma moça nos chamou e disse que tínhamos esquecido nosso livro. Ao que respondemos: “Ele é seu”. E ela foi lá conhecê-lo. O resto é imaginação.

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